Madrinha alterada terá que pagar indenização por “barraco” em casamento

noiva

Casamento bacana inclui festa pomposa, vestido lindo, arranjos florais da época, convidados ilustres e altar cheio de testemunhas – os famosos e queridos padrinhos e madrinhas, que também se dão ao luxo de se vestir pomposamente e curtir um dia inteiro no salão para o grande dia.

Claro que essa turminha é escolhida a dedo pelos noivos, geralmente são os melhores amigos, irmãos, uma tia rica, pra garantir um bom presente, o chefe, não preciso dizer o motivo, entre outros convocados para subir ao “palco”.

Mas, nem sempre essa escolha é certeira, a exemplo disso, tempos atrás, uma cerimônia que tinha tudo para ser perfeita como todas as noivas sonham, acabou virando um pesadelo.

O caso ocorreu num passado nem tão remoto e que veio à tona essa semana, quando uma decisão judicial condenou uma madrinha a indenizar em R$ 20 mil a protagonista do casório por tê-la agredido durante a cerimônia, que ocorreu na cidade de São Bernardo do Campo, em SP.

De acordo com a 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de SP a autora relatou que a ré a agrediu com tapas no rosto e atirou copos contra seu noivo, o que fez os convidados deixarem o local. A “madrinha malvada” alegou ter agido em legítima defesa de si e de sua filha de dois anos, após terem sido provocadas de forma injusta pela nubente.

Como toda noiva frustrada que se preze, ela pediu indenização pelos gastos relativos ao casamento, lua de mel e tratamento psicológico, acrescida de montante a título de danos morais.

Segundo o desembargador desse processo, o dano moral foi evidente, já que a celebração matrimonial é a representação de um evento especial na vida de qualquer casal. Quanto ao prejuízo material, o relator explicou que os valores alegados não foram comprovados.

Moral da história: vai casar, não pense que deve escolher muito bem somente o parceiro…

(Pessoal, essa imagem não é da noiva frustrada, é só uma ilustração)

Raridade: Casal morre no mesmo dia, após 63 anos de união

casamento

Aquela famosa frase clichê de enlace matrimonial dita pelo padre, partor, juiz de paz ou seja lá quem for, ultimamente tem servido mais para compor roteiro de casamento de novela. A tal “até que a morte os separe” se transformou em “até que as contas cheguem”, “até que ela descubra a senha do WhatsApp dele”, “até que aquele namorado antigo apareça no Facebook” e assim por diante.

Hoje, muito casamento não dura quase um semestre, ou um ano talvez, dois, três, cinco, ou um pouco mais, pra manter a aparência. Tem uma frase de uma música “Amor e amizade”, por sinal composta por mim e mais dois colegas, Walter Garcia e Susan Gray, que retrata um pouco isso quando cita “cinco anos de paixão, dois de amor, um de rotina, hoje estão se separando…”

Mas, como para tudo na vida há exceções, uma chamou bastante a atenção recentemente, pelo menos a mim. Um casal americano fez valer essa bendita citação nupcial e, ao pé da letra, a tal separação, de fato, somente se fez quando a morte chegou, detalhe: no mesmo dia.

Bob e Barbara Pettis disseram sim um ao outro 63 anos atrás e ficaram juntos por toda uma vida, até morrerem, ela primeiro e ele, seis mil e seiscentos minutos depois, quando fechou os olhos também.

Um de seus filhos disse que ambos não eram pegajosos, nem muito românticos de se tocar o tempo todo, mas dava para perceber que se amavam pelo tom das vozes e principalmente pela forma como se olhavam.

Hoje em dia a percepção também é evidente, a gente logo reconhece quando um casal se “ama” pelo tom de voz, que dá para ouvir do outro lado da rua e principalmente pela forma como se olham, um querendo comer o outro vivo.

(Foto – Clay Pettis/NewsOK)

Não preparou o “rango” da mulher, apanhou!

blog

Já reparou como os tempos mudaram e quantos homens passaram a usar aventais de chefs de cozinha dentro de casa? E pra falar a verdade, alguns mandam bem melhor na culinária do que a mulherada e, obvio, o sexo feminino agradece ao fato de não ter que “esquentar a barriga no fogão” – tudo bem que parece que brota da terra uma louça gigantesca, que vai subindo pelas paredes, pia, mesa… mas, faz parte, afinal de contas, nem tudo é perfeito, seria coordenação demais preparar o tempero, a carne, fazer a massa, o molho e ainda por cima deixar tudo limpinho.

Numa rodinha entre amigos, receita virou pauta. Claro que a vaidade também tomou conta dos marmanjos nesse caso e os posts com fotos dos pratos feitos por eles fazem parte desse cotidiano midiático social.

Mas parece que tem mulher por aí que passou a levar a sério essa rotina de não precisar mais chorar de tanto cortar cebola. Num caso recente, uma americana partiu pra cima do marido porque ele não havia preparado o jantar.

O fato aconteceu na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, quando a esposa, ao chegar faminta em casa, descobriu que o amado teria saído para comprar comida pronta.

O bicho pegou e a discussão foi tamanha que os dois foram parar na delegacia. Ao fazer exame de corpo de delito, a polícia constatou que o rapaz levou pancadas no rosto, pescoço e peito. Culpa de quem? Da esfomeada descontrolada, que ficou presa e foi indiciada por violência doméstica.

É, parece que os tempos mudaram, e muito!

Torcida derrotada é igual final de relacionamento

brasil

A reação de um torcedor fervoroso diante uma derrota de sete gols contra um, levando o time dos sonhos ao fim de uma final, pode ser comparada ao término de um relacionamento amoroso.

Vamos lá: Enquanto está tudo a mil maravilhas, escalação certeira, duo, idem! Dribles perfeitos em campo e arquibancada em delírio. Noventa minutos de pura sedução, igual a noventa dias e meio de amor, êxtase total no jogo a dois.

Primeiro beijo, fogo intenso!Primeiro gol, intensos fogos!

Derrota do clube no gramado, vaia geral, igual à pisada na bola, coração do amado expelido do campo amoroso.

As flores murcham e os espinhos crescem espantadoramente, igualzinho à…

Na partida entre Brasil e Alemanha, essa semelhança foi clara. No começo, o hino, a emoção, o verde e amarelo estampado no rosto de milhares de brasileiros. Primeiro gol dos alemães, um silêncio, uma crise, feito briga de casal, que logo passa. Dois a zero, a sensação de que ainda poderia dar certo, algo do tipo: não vamos desistir, é só uma fase, nada que o tempo (intervalo) não resolva. Três. Quarto gol, quinto, sexto, sétimo. Daí a torcida virou a casaca, queria oito, nove, quem sabe dez.

Fim de namoro, cena parecida. A rivalidade entra em campo, empate não serve, alguém quer ganhar de goleada, aí, sai de baixo que a bolada pode doer. É o mata-mata.

(Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm)

Já viu mulher que divorcia por causa de filme?

frozen

Já que você não gostou do filme, pra mim você morreu! Não foram bem essas as palavras que uma mulher no Japão disse ao seu companheiro, mas a intenção foi a mesma. Isso tudo porque o jovem rapaz não demonstrou nenhum pouco de emoção após assistir com ela ao longa da Disney “Frozen: Uma aventura contagiante”.

A informação veio do site Kikonsha no Hakaba, que conta que uma mulher de 29 anos foi várias vezes ao cinema sozinha assistir à animação, já que o companheiro nunca aceitava seu pedido de acompanhá-la, até que certo dia ele topou, mas sua sinceridade e “frieza” ao dizer que não gostou do que viu decepcionou a moça que, por sua vez, pediu o divórcio, depois de longos seis anos de convivência e ainda deixou o recado: “Se você não é capaz de entender o que faz desse filme algo maravilhoso, há algo muito errado em você como ser humano. Eu quero o divórcio”.

Homens, agora já sabem: se for assistir algum filme, teatro ou até mesmo a novela predileta da amada ao seu lado, não se manifeste se a opinião for contrária à dela.

(Imagem: Reprodução: Internet)