Noivo inventa que morreu para fugir do casório

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“Pra você eu morri”. Foi praticamente essa a mensagem que um jovem rapaz quis passar para sua quase esposa.

Em agosto do ano passado, a jovem britânica Alex Lancaster e o americano Tucker Blandford, ambos com 23 anos, se conheceram nos Estados Unidos. “Foi amor à primeira vista”, relembra a moça. Não durou muito para ela ser pedida em casamento e, apaixonada, aceitou de cara.

A data marcada foi 15 de agosto deste ano. A partir daí, Alex não pensava mais em outra coisa que não fosse seu enlace.  Ela voltou para o Reino Unido, mas não deixava de falar com o amado num único dia. Nesse período, tratou que cuidar dos preparativos para o casório. Caprichou no vestido, nos convites e comprou passagem para que o seu amor conhecesse seus familiares.

Antes, ela conheceu a mãe do noivo e se tornou amiga de todos da família. “Ele era um cavalheiro. Ele me encheu de joias. Saíamos para um jantar bacana todo dia 10 para comemorar o dia em que nos conhecemos. Nunca tinha me apaixonado assim antes. Eu conheci a mãe dele, que me tratou como uma filha”, disse a britânica, de acordo com o “Daily Mirror”.

Tudo parecia uma história dessas de conto de fadas, até que alguns meses antes do casamento a inglesa recebeu um telefonema de uma pessoa dizendo ser seu sogro, informando que o filho havia morrido. “Ele me disse que Tucker estava muito deprimido e queria morrer. Então se jogou na frente de um carro”, disse Alex ao “Yahoo! News UK”. “O homem explicou que estavam tentando levar Tucker para um centro psiquiátrico em busca de ajuda, mas já era tarde. Eu mal podia respirar. Fiquei totalmente arrasada”, relembrou a noiva.

Arrasada, ela ligou para a sogra e, para sua surpresa, descobriu que o rapaz estava vivíssimo. “Ela me disse que Tucker estava perfeitamente bem e que pensava que nós tivéssemos terminado”, contou Alex.

Ao descobrir que a moça já sabia da verdade, Tucker enviou uma mensagem à jovem com pedido de desculpas e depois devolveu a metade do valor gasto com o casório.

Decepcionada com a atitude do fujão, Alex revelou ao site “Reveal” que nunca vai perdoá-lo.

Essa história me fez lembrar um pouco de um dos capítulos do livro “Pra mim você morreu”, “O casamento de Juraceia”. Nesse relato, não foi o noivo que desistiu do casório e sim sua amada. Vale a pena ver e conferir o desfecho desse caso.

Maria é casada e ainda é virgem, pode isso? Pode!

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Você sabia que tem mulher que paga uma fortuna só para voltar ao seu estado “imaculado”, muitas vezes para satisfazer uma fantasia do amado? E mais, sabia que você pode ser virgem, sem saber dessa “proeza”?

Dados recentes mostram que o Brasil só perde para os Estados Unidos no quesito cirurgia plástica. É um tal de botox aqui, silicone acolá, estica a pele de um lado, de outro e por aí vai. As intervenções vão desde aumentar o bumbum, seio, afinar a silhueta e até mesmo a himenoplastia – o nome é estranho, mas o significado é bem simples de compreender. Trata-se do procedimento que reconstitui o hímen, “devolvendo a virgindade” à paciente.

Algumas mulheres “famosas”, pero no mucho, fazem questão de falar sobre seu hímen novinho em folha, “adquirido” depois de três, quatro, cinco casamentos. E os motivos para essa aquisição são diversos, alguns, para chamar a atenção da mídia (aparecer mesmo), outros, para apimentar a relação, pagar promessa, demonstração de amor e por aí afora.

O que muita gente desconhece é que tem mulher que é “virgem” e não sabe. Pois bem, segundo a medicina, há casos diversos em que não se rompe o hímen na primeira relação, nem na segunda, terceira, trigésima, centésima vez…

Mas, homens, não se preocupem com o “tamanho do seu desempenho” nessa tarefa, pois isso não tem nada a ver. O nome dessa “persistência virginal” é hímen complacente, ou seja, algumas mulheres têm muita elasticidade no hímen, a ponto dele voltar ao normal depois do ato sexual, sem romper, tampouco sangrar.

Já que o papo entrou no vermelho, vale lembrar que houve uma época em que a ignorância do ser humano matou muita mulher com esse mito de sangramento ser prova de virgindade – pelo visto, faltou complacência por parte de muito machão.

Maria Carmem, por exemplo, foi bem namoradeira em sua fase namoradeira. Calma, essa história não é trágica, pode continuar sua leitura…

Carminha conheceu rapazes impressionantemente superdotados, mesmo assim, ficou espantada ao saber que era praticamente uma “senhorita”. Pois bem. Dia desses, após uma simples consulta ao ginecologista, teve a notícia de que, se um dia pensasse se tornar a pura e inocente moçoila para o seu querido não precisaria desembolsar um só centavo com a tal himenoplastia.

_Como assim, doutor?, disse, espantada a “virgem” Maria.

_ Você é virgem. Uma em cada dez mulheres continuam assim, mesmo após a relação sexual. Isso vai do corpo de cada uma. Nesses casos, o rompimento só ocorre na ocasião de partos normais e se isso não acontecer, você vai continuar assim para o resto da vida!

Seu marido, agora, parece uma criança em busca de seu doce preferido, doido para ser o “primeiro (e único) da fila”. Depois de cinco anos de paixão, dois de amor, um de rotina, a novidade temperou a relação do casal. Mesmo sabendo que precisará de duras tentativas, Roger agora não pensa em outra coisa na vida…

Dica da longevidade:”nunca se casar”, diz mulher de 127 anos

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Casa, separa, separa, casa. Conheço muitos casais assim, aliás, uma duplinha dessas ganhou um capítulo especial no livro “Pra mim você morreu!”. Isso mesmo, eles casam, separam, novamente se reencontram, em seguida desencontram, mais uma vez e outra, outra… A cada volta uma alegria, ao mesmo tempo, aquela impressão de, “Ai, meu Deus, será que estou fazendo a coisa certa?”. Ou então, após as separações, aquela tristeza no peito e a sensação de “Meu mundo caiu”, e por aí afora.

Também tem quem não sossega na vida e está compulsivamente em busca de alguém, simplesmente por não conseguir viver só. E por que não falar daquele que vive junto, mas tão mal…

Para evitar essas oscilações, dores pelo corpo, custos excessivos no shopping, salão de beleza ou Spa para amenizar o “sofrimento” desse vaivém, ou dessa busca desesperadora de um ser “só para chamar de seu”, tem uma receita que, pelo menos para uma senhora mexicana, parece que deu muito certo no que se refere a viver intensamente…

Aos 127 anos, isso mesmo que você leu, cento e vinte e sete, completados recentemente, dia 31 de agosto, a “mocinha” que atende pelo nome de Leandra Becerra Lumbreras, deu a dica da longevidade, que inclui, em letras garrafais, “não casar”, além de viver docemente a vida comendo chocolate, dormindo bastante, enfim, curtindo a vida sem precisar lavar, passar, cozinhar…

Mss, alto lá, o fato dela nunca ter se casado está bem longe dessa simpática senhorinha ficar sozinha no mundo. Ao total, Becerra teve vários filhos, 73 bisnetos, 55 tataranetos e sempre foi uma mulher de pulso firme, uma lutadora, ao pé da letra. Durante a Revolução Mexicana, entre 1910 e 1917 ela chegou a combater, liderando um esquadrão composto apenas por mulheres. Pelo visto, dona Leandra só não quis entrar no combate conjugal e esse a gente sabe que tem chumbo grosso!

 

Fórmula do amor: Saiba como calcular o presente do seu bem

Buenos Aires, Argentina --- Woman Examining A Diamond Ring. --- Image by © Latin Stock Collection/Corbis

Dia desses, me deparei com um programa de televisão e não cosegui deixar de ver e rir bastante com uma situação, como não ria há tempos ao assistir a um seriado. Num dos episódios de “Eu, a patroa e as crianças”, o “patrão”, Michael Kyle, interpretado pelo ator Damon Wayans, testou o comportamento da esposa, Jay (Tisha Campbell), que serviria de medidor de valor para o presente que daria à amada.

Creio que muita gente se identificou com a cena, uns por se sentirem na pele de Kyle, outros, por entenderem o motivo pelo qual talvez ganharam da “carametade” uma lembrancinha qualquer numa ocasião importante.

Ao ligar para a mulher, ela não o tratou como quem mereceria ganhar um lindo colar de pérolas ou, ao menos, um belo buquê de flores. Foi algo do tipo “alô, fala logo, eu tenho mais o que fazer”, frase bastante familiar para muita gente, como quem dissesse “não posso falar agora, estou vendo o jogo” ou “o que você quer, estou ocupado”, também o terrível, seco e insuportável “fala”, pior ainda, nem atender à droga do telefone ou, mais terrível, deixar o celular na caixa postal, principalmente depois de tocar umas 20 vezes.

Mas, dessa vez, parece que Michael não ficou nada decepcionado, ao contrário, a cada tom de voz espinhoso da esposa, mais feliz ficava. Isso porque o negro gato estabeleceu uma fórmula para a compra do presente para uma data especial, com o objetivo de avaliar com nota, de zero a 10, o modo como a mulher atenderia sua ligação. Daí, ele multiplicaria por 10, e o resultado seria o valor da compra.

Bingo, o rapaz recebeu o tratamento digno de quem estava louco para gastar quase nada. Já a bela esposa, que esperava ganhar uma linda joia, teve que se contentar com um regalozinho de U$30.

Olha aí que boa receita para descontrair ao som de um furado e sem graça “alô” e ainda sair no lucro com o auxílio dos algoritmos. Mas, se nem isso funcionar, mude a disciplina, troque a Matemática pelo Português e conjugue o verbo “pé na bundar” na primeira pessoa do singular.