Médica é presa 12 anos após mandar cortar o pênis do noivo

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Parece história de filme de suspense ou horror, mas é a mais pura, e dolorida, verdade!

Uma médica de 34 anos foi presa ontem, dia 1º de abril, 12 anos após ter mandado cortar o pênis do seu noivo, por ser abandonada pelo querido faltando apenas três dias para o casório, que aconteceria nas terras mineiras, em Juiz de Fora.

Ela foi detida ao sair de seu condomínio de luxo em uma cidade do interior de São Paulo rumo ao hospital onde trabalhava.

O caso ocorreu em 2002, quando, inconformada com o fora, a doutora teria ordenado a dois capangas que o deixassem “lisinho” da Silva.

Essa história me faz lembrar o filme “A pele que habito”, de Pedro Almodóvar, protagonizado pelo belíssimo Antonio Banderas, que vivia o personagem Roberto Ledgard, também médico, por coincidência. Na trama, esse renomado cirurgião plástico resolve se vingar da agressão sexual sofrida pela filha perturbada, mudando totalmente, de forma fria, calculista e sem a menor ética profissional, a vida do agressor.

A partir daí, a identidade do rapaz tomou um rumo inesperado – já a do noivo decepado, não se sabe o que ocorreu – se conseguiu ou não recuperar sua ferramenta masculina…

Mas, enfim, voltando à descontrolada da vida real, a mulher pegou seis anos de cadeia em regime fechado por lesão corporal gravíssima.

Em 2009, a noiva chegou a ser condenada, mas sua defesa entrou com recurso e ela conseguiu ficar livre, leve e solta até o ano passado, data em que a decisão foi mantida em última instância e o que lhe restou foi sumir do mapa, ou ao menos tentar, até ser encontrada pela polícia e agora ver o sol nascer quadrado!

Detalhe importante: Esse rapaz da foto não tem nada a ver com a vítima…

Viúva é condenada a 30 de prisão

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Mulher raivosa, em plena lua de mel, no oitavo dia de núpcias, empurrou o marido de um penhasco, após discussão do casal.

Documentos da investigação policial revelaram que a jovem Jordan Linn Graham, de 22 anos, matou Cody Lee Johnson, de 25, porque ela não estaria certa sobre a união e teve um acesso de raiva.

Pior que isso não é obra de ficção, é realidade pura e aconteceu no ano passado. Mas o caso veio à tona agora, na última sexta-feira deste mês, quando saiu a sentença do crime, que condenou a moça a 30 anos de prisão.

Segundo relato da própria, a recém-casada empurrou o marido de uma altura de 60 metros, no Parque Nacional Glacier, em Montana, nos Estados Unidos, em julho do ano passado, depois de um bate-boca. Ela não pensou duas vezes e jogou o coitado lá de cima e ele foi encontrado somente cinco dias após o crime.

Aos agentes do FBI, Jordan disse que enquanto ambos caminhavam próximo a uma área do parque, teria se virado para ir embora, mas Cody agarrou seu braço. Ela virou-se e, “devido à sua raiva, empurrou Johnson pelas costas com as duas mãos e, como resultado, ele caiu”.

De acordo com o jornal New York Post, o juiz afirmou não ter visto sinais de arrependimento da jovem, de 23 anos. Além de ver o sol nascer quadrado, ela ainda terá que pagar uma multa de cerca de US$ 16 mil – em torno de R$ 35 mil.

(Foto do casal – Reproduçaõ Facebook)

Os pertences de Selmo

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Stefânia sempre sonhou em casar de véu e grinalda, numa bela e lotada igreja. Mas como nem tudo o que se planeja acontece, ela “juntou os trapos”. Foi morar com Selmo, com quem namorava há três anos. Ele nunca gostou de nenhum tipo de celebração. Noivado, casamento, festa, tudo isso para o rapaz nunca passou de comércio. Já ela via tudo como sinônimo de prova de amor.

Muito impulsiva e comunicativa, Stefânia sempre acreditou que na vida, tudo o que acontece de bom dever ser celebrado, festejado e contado para todo o mundo. Mas ele buscava discrição.

Na internet, a imagem da moça era presença constante. Linda e formosa, revelava ao mundo suas fotos com o amado. Ele nunca postava imagens suas e evitava qualquer tipo de comentário.

Selmo e Stefânia mantinham uma relação aberta e confiante, fosse na vida afetiva ou financeira. Utilizavam a mesma conta corrente. O cartão de crédito também era compartilhado pelos dois. Não havia segredo entre o casal, tanto é que até mesmo a conta na rede social era de comum uso.

Tudo era muito aberto, até que num sábado de aleluia, sem querer, Stefânia descobriu que o amado havia adquirido um novo cartão de crédito. Até aí, tudo bem. Ela viu a cobrança detalhada com alguns nomes estranhos, mas não se abalou, afinal de contas, poderia ser o nome do restaurante que ele almoçava.  Mas o tempo passou e ela nem mais se lembrava do cartão, muito menos dos valores cobrados.

Stefânia é fotógrafa e sua especialidade é fotografar casamentos, principalmente o momento da entrada triunfal da noiva ao subir ao altar. Apesar de se manter firme e forte em seu trabalho, sua alma sempre chorava de emoção a cada enlace. No fundo no fundo, ela acreditava que um dia Selmo a convidaria para jantar e lhe daria um anel de brilhantes (nem precisaria ser verdadeiro), como pedido de casamento.

Sonhos à parte, ela precisava trabalhar e todo final de semana era aquela correria de flashes por todos os lados. Às segundas-feiras, a labuta permanecia, em casa, em seu computador velho, que há muito tempo já havia dado sinal de aposentadoria. Dito e feito. Desfaleceu, por invalidez! A freelancer teve que deixar sua velha máquina de lado e recorrer ao companheiro, que emprestou seu notebook para a moça dar sequência com o tratamento das imagens fotografadas.

Totalmente obstinada a fazer o melhor trabalho, Stefânia não tinha olhos, nem ouvidos, sequer pensamento para mais nada, até que, de repente, o chamado de alguém na tela tirou sua atenção.

Era uma pessoa, do sexo feminino (Emily), chamando por Selmo 1234 na internet, na mesma rede social em que ela acreditava existir uma única conta, conjunta. Os noivos das fotos ficaram para segundo plano. Stefânia contou até dez, respirou e abriu a tal mensagem. “Cada vez mais você me surpreende, adorei o convite e olha, se você continuar insistindo, vou acabar me casando sim com você, o anel é lindo…” Mensagem lida e a respiração da fotógrafa já não era mais a mesma. O calor de quase 40 graus deu lugar a um frio que parecia vir do Alaska. Ela suava, tremia e quase teve um ataque do coração, mas prosseguiu nas buscas de conversas anteriores. Numa das mensagens, a moça, que parecia ser bonita na foto, comentava a tarde gostosa no motel. Bingo! O cara tinha um cartão de crédito e uma conta na internet exclusiva para usufruir com a tal Emily.

Na mesma hora Stefânia ligou para o celular do marido, que estava desligado – ele tinha uma reunião importantíssima com o diretor geral do banco, na agência dirigida por ele.

Num ato impulsivo, ela decidiu resolver o problema, a começar por limpar a conta corrente dos dois e em seguida se livrar dos pertences do seu agora ex. Mas, além de sonhadora, Stefânia sempre foi muito criativa, e, certamente, não desfaria dos objetos do amado de forma tão natural. Selmo não merecia tamanha simplicidade naquele momento. Na verdade, a tal criatividade era a adaptação de um caso que ouviu, mas que jamais imaginaria um dia colocar em prática também. Mas colocou. Resolveu brincar de “esconde-esconde” e depositar os objetos de Selmo em lugares diferentes, com pistas para que ele fosse encontrando peça a peça.

Os locais escolhidos para a “ação de despejo” tinham algum motivo especial, desde o estacionamento de um shopping (onde se conheceram), o quintal da casa do irmão dela, que é lutador de jiu jitsu (quando rolou o primeiro beijo), um beco, numa rua abandonada e escura (onde transaram pela primeira vez) e , claro, no banco, aliás, ponto de partida da “brincadeira”, lugar onde foram jogadas algumas roupas, cuecas e meias ainda sujas, na mesa de trabalho de Selmo.

Na agência bancária, a primeira pista o direcionava para o tal estacionamento onde tudo começou. Lá estariam suas gravatas, seus livros, CDs e as cartas de amor do casal. Depois, para recuperar os outros pertences, que incluíam até a bicicleta que ele ganhou de seu falecido avô, ele teria que seguir as instruções bem definidas pela ex. Por fim, para resgatar o notebook, que continha informações importantíssimas, ele teria que ir buscar na casa do primo de Stefânia, recém-saído da penitenciária.

Ainda na internet, com a conta da rede social do traiçoeiro aberta, ela escreveu um texto em nome do traíra com os seguintes dizeres: Eu, Selmo, quero tornar pública minha separação, por conta de minha fraqueza sexual. Nunca dei conta de satisfazer os prazeres de minha mulher. Resolvi arrumar uma pseudonamorada, uma garota qualquer, para ver se o problema era a minha esposa, mas não era. Tenho dúvidas quanto à minha sexualidade, talvez seja por isso que sempre fui um fraco na cama.

(Foto: Reprodução Internet – esse cara não é o Selmo!)

Jovens de quarenta…

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“Nós somos jovens, somos todas na faixa de vinte, trinta e quarenta anos…”. Acabei de ouvir essa fala em parte de uma entrevista numa rádio de “tricotadeiras” de São Paulo. Elas fazem parte de um grupo de mulheres recicladoras, integrantes do “Coletivo feito à mão”.

Referindo-se ao trabalho manual, uma das entrevistadas disse algo que pode ser estendido para a vida.  “Tem coisas que têm preço e têm coisas que têm valor”.

Então, eu pergunto. O que devemos reciclar e o que precisa ser jogado fora? Pergunta não tão fácil de responder, quando se trata de uma questão que vai além do universo das matérias e sim de uma reciclagem que bate à alma.

Quanto ao material, não é algo tão difícil de se (des)fazer, embora muitas pessoas continuam alienadas nessa temática. Hoje mesmo vi um sujeito jovem, devia ter entre vinte, quarenta anos, jogando seu lixo num saco preto em um terreno abandonado. Xinguei o cara, mas depois pensei, esse está em pleno abandono de luz, inconsciente e inconsequente.

O sujeito jogou fora o que para ele não servia mais. Mas quando o assunto vai além dos sacos pretos, a coisa fica difícil. Não há terreno baldio que suporte ressentimentos, mágoas e desamores ensacados. Para o lixão do pobre rapaz há solução e tem até cura, um pouco de educação resolve, mas e o resto? Onde jogar fora tudo o que um dia teve valor, pagamos preço alto e foi inflacionado, até falir? Onde fica esse aterro?

Obs. Essas tricotadeiras da foto não são as mesmas do “Coletivo feito à mão”.

Perdeu, playboy!

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O que fazer em uma linda noite de lua cheia? Escrever pode ser uma boa opção. Foi o que escolhi fazer nesta data, pelo menos agora.

Começo por exaltar a beleza da mulher de quarenta, diga-se de passagem, da minha faixa etária.

As quarentonas – trintonas beirando os 40 também podem se encaixar nesse contexto – não se deixam levar por modismo, opiniões alheias e, principalmente se abalar com críticas, fofocas e outras coisas mais. Uma “força estranha” – e “brilhosa” surge, e todas viram mulheres maravilhas, maravilhosas.

Ah, o que seria de nós, mulheres, se tivéssemos a personalidade de hoje 15, 20 anos atrás? Coitados dos homens, sofreriam. Teriam que rebolar muito para conquistar um coração prevenido.

Veja o paradoxo: Um homem de 40 se relaciona facilmente com uma jovem de 20, normal, é a busca do bel prazer. De uns tempos pra cá, essa situação tem se invertido. Garotões se envolvem com mulheres mais velhas. O charme, a elegância, a inteligência e o amadurecimento que tanto atrai qualquer homem parece exalar por onde esse mulheril passa. Eles despertam e enxergam o que os quarentões nem sempre conseguem ver. Alguns desses nascidos 40 anos atrás acomodaram-se no tempo, esqueceram de crescer, de amadurecer, contudo, a natureza, essa não deu trégua, seus pandulhos cresceram, os cabelos ruíram ou esbranquiçaram.

Vou contar uma história, como se tivesse sido vivida por mim: Recém- saído da adolescência, um rapaz de 20 e poucos anos sequer me enxergava, afinal de contas, eu era quase uma trintona. Num sábado lunar e estrelado, o playboy, lindo, rico, olhos azuis e cabelo dinamarquês, lançava seus olhares às novatas. Onze anos se passaram e, como num passe de mágica, o tal loiro agora arrasta seu castelo móvel inteiro para cima de mim. Adoro essa situação, insinuo, dou corda para que ele desça da torre de seu castelinho, tudo em vão, claro, numa espécie de vingança.

É, rapaz, amadurecemos, ficamos mais bonitas sim, só que agora não é mais para o seu biquinho de ouro. Se eu quisesse hoje um garotão, seria outro, de dezoito, vinte anos, olhos tão reluzentes quanto os seus. Hoje eu posso, sou poderosa, charmosa, bonita, elegante, confiante, faço minhas próprias escolhas.  Perdeu, playboy.