Tadinhos dos passarinhos!

casorio

Volta e meia sai uma notinha no jornal com a divulgação de casamento comunitário. É emocionante ver tanta gente numa mesma sintonia, paz e harmonia, num único silêncio, onde só se ouve o cantar dos pássaros e os inúmeros “sim”.
Mas os invejosos de plantão não perderam tempo e já inventaram de criar o divórcio comunitário. Tadinhos dos passarinhos, lá seus cantos não têm vez! Vivam os noivos!

Sorte no jogo…azar seu, meu bem!

poquer

Desde adolescente Rita Maria sonhava encontrar o homem da sua vida, aquele que a levaria para o altar e depois a carregaria no colo, numa linda e inesquecível noite de núpcias.

Ela teve vários namorados e se casou com um rapaz avesso aos seus desejos platônicos juvenis…

Cinco anos se passaram e Rita acreditava no tempo transformador, crendo na máxima do “rei”, de que “daqui pra frente, tudo (poderia) ser diferente”.  Sempre achava que seu sapo marido iria acordar um quase príncipe, isso alimentava seus dias!

Mesmo não pertencendo a nenhuma religião, a moça tinha a crença de que Julio Cesar, num passe de mágica,  se converteria a uma entidade qualquer, tornando-se aquele santo homem que ela tanto sonhou. “Só que não”.  JC fazia jus ao dito popular de que “pau que nasce torno não endireita” – pobrezinha, na época em que o conheceu estava ceguinha da silva e via naquele graveto uma linha reta, firme, seu porto…seguro!

Sua principal frustração era ele nunca hesitar a troca de um cineminha a dois por uma partida de pôquer com os amigos…fieis até a morte. Mas Rita começou a se cansar de tudo isso. Seu primeiro passo foi checar e testar essa tal fidelidade.

Logo na primeira tentativa, a jovem marcou um encontro com Josuel, o maior amigo de Julio. Conversa vai e vem, viraram amantes. O grande parceiro de jogatina de César blefou no jogo da amizade e passou a fazer a vez de Julião dentro de casa, enquanto o bonitão se reunia com outros camaradas pra beber, jogar e olhar (só olhar) para as nádegas femininas alheias.

Veja como a Eva se convenceu a comer a tal fruta proibida

evaco

_Come e serás tratada feito anjo. Disse, esperta, a serpente.

_ Não! Respondeu firmemente Eva.

_ Lerás o pensamento das pessoas! Insistiu a cobra.
_ Não quero! Retrucou a moça.
_Serás imortal! Persistiu a víbora.
_ Já disse que não e pronto! Falou, irritada a bela.
_ Terás tudo aos seus pés! Forçou a rastejante.
_ ENE A Ó TIL: NÃO!!! Não enche o saco, já disse, respondeu, por fim Eva
_ Emagrece! Apelou a cobrinha.
_ Sério?!!! Então me dá logo isso aí!

Pronto, esse foi o início de tudo!