Tem coragem? Casais apaixonados são embalados a vácuo em sessão fotográfica

fotografo japa

Quando se está apaixonado, a pessoa manda flores, dá presentes, abre a porta do carro, faz festinha surpresa e tudo mais. Tem também aqueles mais exagerados que espalham outdoors nas ruas para demonstrar a intensidade da paixão. Alguns mais desavisados da vergonha alheia contratam carro de som na porta do trabalho, ou da faculdade do amado com direito a bexigas cor paixão, música romântica – e brega – e o nome da “vítima” aclamado pelos ares.

Mas ainda é pouco! A necessidade de provar o amor vence qualquer discrição, barreira, mico e, literalmente, tem gente que topa qualquer coisa nessas horas. Bom pra quem tem ideias, digamos, inusitadas, mirabolantes, malucas e que precisa apenas de cúmplices desvairados. É o caso de um fotógrafo, que resolveu fazer um ensaio um tanto quanto diferente.

Pra mostrar o grude dos casais, que mal conseguem respirar se a pessoa amada não estiver ao seu lado, o fotógrafo japonês Haruhiko Kawaguchi resolveu exatamente grudá-los feito chicletes, embalar esse amor a vácuo e, claro, registrar esse momento. .

O processo artístico funciona da seguinte forma: o japa coloca a dupla em um plástico, retira todo o ar e pede para que o casal segure a respiração até ele chegar no clique certeiro. Na boa, nem por todo amor do mundo eu participaria disso, é muita paixão, mas muita doideira também.

Claustrofóbicos de plantão, não fiquem tristes, com certeza existem outras formas de externar seus sentimentos. Vão na fé que vocês conseguem – e se não conseguir, não tem problema, basta tratar bem a pessoa amada, com respeito e muito carinho, afinal de contas, ainda não inventaram maior prova de amor que essa.

(O crédito da foto? Claro que é dele: Haruhiko Kawaguchi)

 

Ô, chinesinha, por que fazer isso com o cara?

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Que a internet virou mais um espaço para encontros amorosos, isso todo mundo já sabe. Em nosso livro mesmo “Pra mim você morreu!”  temos algumas histórias assim, de gente que se conheceu dessa forma…se deu certo ou não, são outros quinhentos.

Nessa semana mesmo vi uma atitude inusitada de uma paulistana corajosa, novinha, que se apaixonou por um rapaz dentro do metrô. Ela não se conteve, tirou uma foto do jovem, aliás, que menino lindo, realmente de deixar qualquer jovenzinha apaixonada, e escreveu em seu face: “Linha 11 Coral, sentido Luz, 13h40. Moço, estou completamente apaixonada”.

Não é que o post viralizou e agora o casalzinho está namorandinho!? Sorte deles, porque lá do outro lado do Oceano tem gente muito triste com essa tal “relação internética”.

Pois bem, um holandês quarentão apaixonado viajou 4.500 km para se encontrar com sua namorada virtual, uma chinesa de 26 anos. Isso mesmo, ele saiu do seu país, foi pra China em busca do seu amor. Só que não: a pretendente não apareceu.

Desolado, o homem passou dez dias dentro do aeroporto à espera da moça. Só saiu de lá depois de passar mal e ir parar em um hospital – também, pudera, passou todos esse tempo se alimentando de macarrão instantâneo e Coca Cola.

De acordo com informações da mídia local, antes de embarcar o holandês havia tirado uma foto da passagem e encaminhado para a amada.

Como justificativa do desencontro, a moça teria dito não ter entendido a mensagem dele com o bilhete de embarque na mão e também argumentou que tinha acabado de fazer uma cirurgia no nariz.

Sei não! Isso não está me cheirando muito bem. Me faz lembrar um pouco a história da Ana Letícia, protagonista do capítulo “O galã do telefone” do nosso livro que, certo dia ao se encontrar com o amado que não conhecia pessoalmente, deu meia volta ao ver alguém que não era nadinha do que o rapaz descrevia nas conversas eletrônicas. Só que, nesse caso, ela estava completamente enganada, pois havia se confundido e visto a pessoa errada e, ao descobrir que o amado era, de fato, lindo, voltou ao local do encontro, mas daí se meteu em outra confusão muito maior.

Mas voltando ao holandês, vamos acreditar e torcer para que tudo dê certo e que a versão da sua musa do oriente seja a verdadeira. Parece que ele realmente terá que voltar ao seu país de origem sem ver a namorada, mas resta uma esperança, pois a chinesinha que partiu o coração do gringo disse que assim que estiver bonitinha, com o nariz arrebitado e lindo se encontrará com o rapaz. Será? Tomara.

(Foto: reprodução de site chinês)

Que tal participar do sorteio do nosso livro “Pra mim você morreu!”?

arte sorteio menor okok

Para quem ainda não sabe do que se trata, são histórias narradas em formato de conto, cheias de “causos” inusitados de relacionamento amoroso, recheadas de muito amor, confusões e humor.

Essa campanha é uma parceria entre a Nobel Indaiatuba, a editora Farol do Forte, a pontoZap comunicação e, claro toda a nossa equipe do livro. Veja como participar e boa sorte!

Siga corretamente as instruções para concorrer e validar a sua participação. (Foto original)
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O sorteio será no dia 30 de julho e o resultado será divulgado no dia seguinte. O sorteado terá três dias úteis para enviar o endereço para envio do prêmio. Caso o ganhador seja de Indaiatuba, o prêmio deverá ser retirado na Livraria Nobel Indaiatuba.

Cadeados do amor sobre o Rio Tietê

cadeado okQuem disse que só lá do outro lado do Oceano, na Cidade Luz, a paixão ganha destaque em formato de cadeado?

Uma ponte na pequena e jeitosa cidade de Salto, no interior de São Paulo, promete ser referência para os apaixonados que querem fazer juras de amor e eternizar esse sentimento.

A ideia, que já foi colocada em ação, é repetir a faceta parisiense, nova-iorquina e londrina de pendurar “cadeados do amor” nas grades metálicas colocadas sobre os rios para a passagem de pedestres. No caso de Salto, o rio é o Tietê, numa fragrância não tão apaixonante como deveria.

Em Paris, onde tudo começou, a paixão ganhou força sobre o Sena, na Pont des Arts ou Ponte do Amor , mas, para tristeza dos amantes, a tradição foi desfeita pelo Poder Público, já que as autoridades locais temiam a queda da estrutura . Cerca de 1 milhão de cadeados pesando 45 mil quilos foram removidos de lá no ano passado. Ou seja, toneladas de paixão deixaram aquele lugar.

Mas, voltando à realidade saltense, ainda que tímida, essa prática já virou mania entre os enamorados, que selam o amor e o “fecham” no cadeado – alguns jogam a chave nas águas correntes, mas essa ação não é nada amorosa com o meio ambiente – nossa dica então é: leve a chave pra casa e guarde num local especial ou use aquele cadeado moderno (e mais caro) de segredo e esqueça na mesma hora a numeração.

Detalhe: essa ponte, cheia de boas energias, serve justamente para levar as pessoas até a Praça dos Namorados.  Aliás, quem passa por lá conhece um pouco sobre a história daquele local, que um dia foi chamado de “Ilha dos Amores”.

A explicação começa mais ou menos assim:

“As Três Pequenas Ilhas: em meados de 1913, a Câmara Municipal de Salto trocou três pequenas ilhas situadas logo abaixo da ponte Salto-Itu por um terreno com fundos para o rio. Das três ilhas, esta, que é a mais próxima da cachoeira, ficaria conhecida por Ilha dos Amores…”

O resto da história você saberá quando for deixar seu cadeado lá…rs .

Que belezuras de mensagens!

depoimentos2

A postagem de hoje é só para agradecer a tantas pessoas lindas que têm enviado fotos, depoimentos e comentado sobre o livro. Também a todos que divulgam o nosso trabalho mundo afora! Pois é, tem gente do outro lado do oceano querendo comprar o livro.

Olha que “crítica” deliciosa de ouvir: “Achei as histórias muito boas, mas o final delas poderia ser mais longo, porque algumas nos deixam com o desejo de continuar envolvido no contexto, porém acabam. Poderia inclusive escrever um livro todo para cada ‘causo’. Está de parabéns! Li quase tudo de uma vez só…e olha que não sou de fazer isso” – depoimento do leitor Fabio Bruci Wu, São Paulo (SP)

Tem outras várias mensagens lindas e carinhosas de gente de perto, de longe, homens, mulheres, enfim…

Veja mais alguns comentários:

“Claudia “Pra mim você morreu!”… brincadeirinha, esqueci de te avisar que recebi o livro. Ah e já li também, super descontraído eu e minha esposa adoramos aquela parte que fala… ops querem saber comprem o livro rsrsrs! “ – Daniel Ishizawa, São Caetano do Sul (SP)

“Amei. Já li inteirinho. Super engraçado!!!” – Soraya Paladini, São Bernardo do Campo

“Se contar ninguém acredita, tem que ler! São histórias engraçadas que poderiam até virar um filme de comédia. Se relacionar com as pessoas não é tarefa nada fácil e sim uma arte do viver. Parabéns” – Fernando Souza, São Paulo (SP)

“Amei o livro, parabéns”- Janete Contrera, São Bernardo do Campo (SP)

“Dá vontade de rir só de lembrar. Muito bom. Recomendo” – Márcia Frauches, Rio de Janeiro (RJ)

“Claudia Rato é uma escritora muito bem humorada!!!” – Wladimir Soares – Jornalista, Indaiatuba (SP)

“Super recomendado” – Mateus Rodrigues, São Bernardo do Campo (SP)

“Belezura de literatura. Muito bom” – Celis Cavalcante, Valinhos (SP)

“Muito bom, li o livro inteiro e gostei” – Sérgio Squilanti, Indaiatuba (SP)

“Livro incrível, leitura simples e narrativa cativante” – Angelúcio Piva, São Paulo (SP)

“Gostei muito. Histórias bem divertidas, parabéns, Claudia Rato, espero que não demore para escrever outros” – Marcelo Zerbini, São Paulo (SP)

“Esse livro é maravilhoso. Adorei!” – Gina Gonçalves, São Paulo (SP)

“Livro delicioso” – Claudino Vicente, São Paulo (SP)

“Ri muito com os casos. Recomendo, sensacional” – Fabiana Rato, Indaiatuba (SP)

“Já era tarde da noite. Peguei o livro com a intenção de apenas dar uma olhada (adoro cheiro de livro novo!) e me empolguei. A leitura é agradável e os enredos são envolventes. Já não sei dizer de qual história gostei mais. Achei que era a do “Miro e Derlei” até ler “O fotógrafo tatuado” e a “A prima de Jô”. Mas a preferida foi “Galã do telefone” – Anna Osta – presidente da Academia Saltense de Letras, Salto (SP)

“Adorei! Recomendo a todos” – Ossamá Sato, São Bernardo do Campo (SP)

“Agradeço pelas boas risadas que dei ao ler o livro. Amei. Muito criativo, divertido, hilário! Uma coletânea de contos que jamais pensei que iria ler, pois muitas vezes essas situações acontecem em nossas vidas, mas talvez não teríamos a coragem de ser a protagonista, mesmo às vezes não faltando essa coragem! Ah, se eu tivesse lido esse livro uns 20 anos atrás! Kkk” – Alessandra Maiolo, Orlando (USA)

“Já na primeira história, um festival de pequenas sacanagens. Dei boas gargalhadas com as aventuras de Roberto. Já de cara o livro cumpre o que promete na divulgação. Humor bem legal. Foi caprichado. Vale cada centavo” – Pedro Zeballos – jornalista, Fernandópolis (SP)

“Histórias inusitadas devem ser lidas de maneira inusitada. Nosso livro chegou, lemos todos os contos à luz de velas, pois estávamos sem energia. Divertidíssimo. Indicamos a todos os amigos e amigas. E se estiver pensando em presentear alguém, essa é uma ótima opção” – Cíntia Moreira, São Bernardo do Campo (SP)

“Amei a história do título…recomendo” – Luis Marcelo, São Paulo (SP)

“Assim que recebi já comecei a ler. Achei muito divertidas as histórias. Muito bacana, Parabéns!!!” – Thiago Soares, São Bento do Sul (SC)