Já viu mulher que divorcia por causa de filme?

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Já que você não gostou do filme, pra mim você morreu! Não foram bem essas as palavras que uma mulher no Japão disse ao seu companheiro, mas a intenção foi a mesma. Isso tudo porque o jovem rapaz não demonstrou nenhum pouco de emoção após assistir com ela ao longa da Disney “Frozen: Uma aventura contagiante”.

A informação veio do site Kikonsha no Hakaba, que conta que uma mulher de 29 anos foi várias vezes ao cinema sozinha assistir à animação, já que o companheiro nunca aceitava seu pedido de acompanhá-la, até que certo dia ele topou, mas sua sinceridade e “frieza” ao dizer que não gostou do que viu decepcionou a moça que, por sua vez, pediu o divórcio, depois de longos seis anos de convivência e ainda deixou o recado: “Se você não é capaz de entender o que faz desse filme algo maravilhoso, há algo muito errado em você como ser humano. Eu quero o divórcio”.

Homens, agora já sabem: se for assistir algum filme, teatro ou até mesmo a novela predileta da amada ao seu lado, não se manifeste se a opinião for contrária à dela.

(Imagem: Reprodução: Internet)

Um dedo do meio um tanto quanto caro e chamativo, tudo em nome do amor

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Veja o que o ser humano é capaz de fazer, e gastar, para chamar a atenção de um ex-amor

Furar pneu de carro, arranhar toda a lataria, colocar uma faixa dizendo vários palavrões ou insultando o ex com frases comprometedoras é fichinha perto do que fez um norte-americano no ano passado.

Segundo o jornal Deadline Detroit, um empresário bem sucedido, dono de casas de strip tease, se mudou para a casa ao lado da residência de sua ex, com quem viveu por dois anos.

Até aí, tudo bem, afinal de contas, ele tinha grana para comprar a casa. Mas, o que ninguém esperava é que, por trás dessa simples, e cara, aquisição, tinha um plano de vingança, nada sanguinolento e bem criativo, apesar de bastante mal educado.

Acontece que, o pobre rico rapaz, que teria descoberto que a mulher o havia traído, sendo supostamente esse o motivo do divórcio, desembolsou a bagatela de 7 mil dólares para instalar uma estátua de bronze de mais de 3,4 metros de altura no fundo de sua casa, que dava bem de frente para a janela da amada. Parece que toda sua fúria foi materializada naquela obra, que tem como imagem uma grande mão sem-vergonha com o dedo do meio apontado para cima.

Não contente, ele resolveu incrementar um pouco mais a tal estátua com lâmpadas em toda a sua base, assim, o casal apaixonado pode avistar a mensagem de dor de cotovelo a qualquer hora, de dia e à noite.

(Imagem: Reprodução Internet)

Por que assistir futebol com as mulheres ainda gera conflitos?

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Hoje em dia, ver uma partida de futebol, seja em casa ou no campo, não é mais exclusividade dos homens. O sexo “frágil” passou a se interessar pelo assunto também, por várias razões, que nem sempre vem ao caso ao homem saber, claro!

Mas não é em todo lugar que essa relação de assistir a um jogo é harmoniosa e bem-vinda, principalmente quando quem está ao lado é a esposa, noiva, namorada, pelo menos é o que revela uma recente pesquisa europeia feita com alguns, digamos, machões distantes de plantão!

O estudo foi realizado em seis países da Europa e comprovou que quase metade dos franceses (48%) e a maioria dos italianos (52%) preferem não assistir aos jogos de futebol ao lado de suas mulheres. Ao contrário da Itália e da França, os demais europeus no geral são um pouco mais tolerantes: em média 59% dizem que gostam de assistir aos jogos com suas mulheres. A pesquisa foi realizada na França, Espanha, Itália, Bélgica, Reino Unido e Holanda, com homens entre 25 e 40 anos.

Diante desse quadro (que certamente no Brasil seria um pouco diferente, espero) fica a pergunta: O que levaria os homens a preferir assistir a um jogo sozinho ou com os amigos a ter a companhia da mulher? Para o psicanalista Adilson Costa, do site doutíssima.com.br, o futebol pode ser, ao contrário do que a pesquisa mostrou, um ótimo motivo para unir ainda mais o casal.

Uma prova de que isso pode ser extremamente positivo é a história da personagem Ruth no capítulo “A viagem de Ruth”, do livro “Pra mim você morreu!”. Mesmo com uma derrota feia da Seleção Brasileira numa final de Copa do Mundo, ela se deu muito bem ao assistir a essa partida…claro que depois houve muita confusão e vingança, mas com certeza a culpada não foi a bola, nem o juiz, tampouco o clima futebolístico.

Mas, voltando ao assunto, o psicanalista cita que um dos motivos para a dificuldade em lidar com a situação (de assistir juntos) vem da diferença com a qual ambos veem o jogo. “O futebol faz parte do universo masculino há muitos anos, enquanto as mulheres – quebrando preconceitos – vêm se identificando e entendendo mais sobre técnicas e táticas. Quanto mais ela mergulha nesse entendimento e consegue conversar de “igual para igual” sobre um jogo, ao mesmo tempo em que entende essa “paixão” masculina, mais confortáveis ficam os homens”, explica. Fica então a dica, meninas: vamos ler o “manual de comportamento da torcida organizada pelo querido”.

O psicanalista destacou também o fato de que muitas mulheres demonstram uma certa aversão ao futebol por achar que o homem passa a dar mais atenção aos jogos do que a elas. “Muitas tentam competir com o futebol chamando a atenção para si. Então, é aí que elas começam a falar da beleza física dos jogadores – e aí rola um ciúme masculino – ou se voltam sobre os temas femininos, e querem que seus namorados interajam, então, muitos homens – ou a maioria deles – acabam se irritando, pois nesse momento só querem e desejam falar e assistir seu sagrado jogo”. Ok, tudo bem, falou a voz da experiência, mas, na minha humilde opinião, não tem nada de mal falar da perna do atacante ou dos braços fortes do goleiro! Tem?

Brincadeiras à parte, segundo o especialista, o que pode determinar se acompanhar juntos será bom ou ruim para o casal, é a forma com a qual os dois vão lidar com as situações. “O futebol pode atrapalhar quando falta flexibilidade entre as partes: preconceito masculino; quando se rivaliza entre seus times de coração; disputam para saber quem sabe mais; ou quando a mulher vê o futebol como um “terceiro” na relação”.

Agora, se as diferenças forem bem trabalhadas, tudo isso pode inclusive contribuir para fortalecer a união do casal. “Ele ajuda a propiciar mais momentos para o casal compartilhar, rir juntos na vitória e se abraçar na derrota. Isso faz crescer a afinidade e prazer em estar ao lado um do outro. Para tornar esse momento mais agradável, deve haver respeito e cumplicidade entre ambos. É preciso lembrar sempre que é apenas um jogo de futebol e que, quando a partida acaba, independente de quem venceu ou perdeu, o que vale no final é a relação do casal ganhar”, disse psicanalista.

Então, aproveite esse momento para curtir a dois, a três, cinco, dez, quinze, ou seja, quantos couberem em seu apartamento, porque, claro, você até pode assistir ao jogo com o amado, desde que permita também a presença dos amigos cervejeiros do companheiro. Tudo bem, aceite a situação, mas faça um trato: arrumar a bagunça fica por conta dele!

Cuidado, até sua amiga pode se cansar e dizer “pra mim você morreu!”

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Antigamente, diziam que uma casa cheia de moça era batata que quando uma ficava menstruada, no mesmo dia as demais também repetiam o feito. TPM então, nem fale! Era um coral de lamentações!

Outra coisa que parecia ser combinado entre as moçoilas era a gravidez. Bastava, Maria engravidar, logo vinha a notícia de Júlia, Silene, Clara, Vera…

Hoje, parece que até para nisso o mulheril resolveu ser independente. Ana tem filho aos 24, Susan aos 32, Flávia beirando os 40, Sandra, já beirou…e assim vai.

O que também mudou com os novos tempos tem a ver com a amizade novamente: aumentou o número de mulheres que namoram, juntam e separam – as mesmas que, antes do casório, do noivado e namoro (se é que hoje ainda essas fases prevalecem) saíam com as suas amigas inseparáveis, até chegar um Romualdo, Antônio, Luis e os laços amigos irem paro o congelador.

Ao contrário do passado, que até a sangria vinha no mesmo período, as mulheres se relacionam amorosamente em momentos diferentes das amigas e acabam se esquecendo um pouco das juras de amizade eterna…mas quando o namorico começa a ruir, a mais nova solteira do pedaço logo pensa em tirar do freezer o tal pote amigo abandonado num canto qualquer.

É muito desagradável, mas essa situação é comum. Com certeza você deve conhecer alguém que casou, namorou, juntou e se esqueceu das amizades quando a paixão falou mais alto, até um dia a casa cair e a pessoa correr atrás daquela amiga lá do passado!

Para evitar constrangimentos e até mesmo um fora da amiga que quase sofreu de hipotermia, o ideal é nunca chegar a esse ponto, afinal de contas, uma hora você vai precisar da sua amiga, seja para compartilhar um momento de alegria ou tristeza, portanto, preserve.

Mas se a coisa já andou e agora não há muito o que fazer e você sente que, mais ou menos dias, vai precisar desse ouvido amigo, ou simplesmente necessita sair e se divertir como nos velhos tempos, já que antes só tinha olhos, cabeça e peitos apenas  para o amado, aqui vão  algumas dicas.

Se sua ex-amiga não está nas suas redes sociais, convide-a como quem não quer nada. Se já faz parte do seu grupo, mas há muito você não se manifesta, comece a curtir uma foto dela. Deixe passar alguns dias e comente alguma postagem feita pela esquecida. Procure algo que seja interessante, que ela goste e cite-a.

Passado um pouco mais de tempo, já dá para falar com ela via mensagem privada, pode iniciar com um “e aí amiga, quanto tempo, saudades, como você está?”. Se ela não responder, pode ser que ainda esteja chateada com você – e não é para menos! Deixe o papo em banho maria por mais uns dias, mas continue seguindo a rotina do curtir, comentar, citar.

Tente retomar o diálogo. Se ela responder, não faça cobranças sobre a tentativa anterior. Deixe a coisa fluir naturalmente. Sem lamentações, senão ela vai perceber que essa reaproximação não passa de um interesse pós ou pré pé na, digamos, nádega.  Pergunte como ela está, fale que viu umas fotos antigas, se lembrou de quando eram amigas, de quanto se divertiam nas noitadas, viagens, mas não dê na cara de que precisa da sua companhia.

Reiniciado o diálogo dê um bom dia, boa tarde, boa noite de vez em quando, sem exageros, claro. Se ela perguntar como está com o namorado, diga que vai tudo ótimo. Tente marcar um dia em que possam sair, esse pode ser um recomeço para aquilo se perdeu por aí. Mas o ideal seria não precisar chegar a esse ponto, sabe por quê? Porque a fila anda para todo mundo, até mesmo para a sua amiga, que hoje pode até estar só, mas com outras amigas de verdade, que não a abandonam por um simples rabo de cueca.

Pois é, nem tudo acontece no mesmo tempo, as amizades de hoje se desencontram, quando você está com fulano, a amiga lamenta a solidão, quando o sicrano te larga, beltrano tomou seu lugar na agenda da amiga, mas amiga que é amiga não perde a amizade. Então, ligue de vez em quando, saia, converse, fale, escute, já que sua amiga também pode ser cansar de você e dizer “pra mim você morreu!”.

Sogra que se mete demais acaba ganhando o filho de volta

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Desde o nascimento de Nilo que Lourdes não fez outra coisa na vida que não fosse paparicar o filho com todos os mimos possíveis. Na escola, era o filhinho da mamãe. Quando começou a trabalhar, fazia questão de levar a comida quentinha para o filho comer todo dia. Até que o belo par de olhos azuis conheceu Clara, outra linda com olhares parecidos aos do jovem.

Nilo passou a chegar mais tarde em casa e até a dispensar a quentinha da mãe, em troca de um belo lanche numa loja de fast food. Parece que a paixão entrou mesmo na vida do rapaz. Clara não era má pessoa, mas para Lourdes não servia para seu filho. Explicações? Não tinha. Não servia e ponto.

Para tentar conquistar o coração da sogra valia de tudo, até se atolar num carnê com prestações que pareciam não ter mais fim, só para agradar a mãe do seu amado mobiliando sua casa inteirinha. Ela fingiu ser amável com a surpresa e a nora fingiu ter acreditado.

Clara e Nilo já não mais largavam um do outro, até que resolveram se casar, mesmo contra a vontade da mãe. Assim que voltaram da lua de mel, algumas comparações do marido irritaram a moça. “Não é assim que se dobra essa camisa. Se dobrar dessa forma estraga a gola, minha mãe me ensinou”, disse e também palpitou sobre a quantidade de pó que deveria colocar no café, porque o da mãe era maravilhoso e tinha que ser igual.

Uma vez por semana dona Lourdes ia até a casa dos dois para dar uma geral. Quando Clara chegava, parecia entrar em local desconhecido, tamanhas mudanças que eram feitas.

Nilo era o único filho de Lourdes. Quando ele tinha dez anos, ela se separou do esposo boêmio. Desde então, seu único propósito passou a ser cuidar do garoto.

Lourdes sempre foi uma mulher muito bonita. Quando saía com Nilo, muitos pensavam se tratar de um casal. Sempre bem vestida, nunca saia de casa sem estar bem maquiada, nem que fosse até a padaria, motivo pelo qual chamava a atenção dos marmanjos que passavam ao seu redor.

Assim que Nilo se casou, Lourdes passou então a olhar também para aqueles que a admiravam por aí, até que conheceu Renê, cinquentão elegante, bonito, veterinário, motociclista e estiloso.

Mas nem mesmo o romance fez a sogra deixar de pegar no pé do casalzinho. Sábado à noite, os dois prontos para assistir a um filme romântico, lá aparecia Lordes e Renê à espera da autorização para subirem ao apartamento. No domingo, em dias de plantão do namorado, Lourdes, para fugir da solidão, partia para seu programa predileto de almoçar na casa do filho. Até o melhor menu preparado pela nora não agradava a sogra, que acabava sempre dando suas dicas culinárias para melhorar o banquete.

Volta e meia Clara ouvia algumas insinuações de Lourdes sobre o relacionamento do filho, mas se fazia de surda e muda.

Clara sempre foi alérgica a pelo de cachorro. Já Nilo nunca teve problema com animal, aliás, por ele teria um canil dentro do apartamento. Para agradar ao filho, a mãe deu de presente ao casal um lindo workshare. Em pouco tempo, o som dos espirros superava ao latido do bichinho. Clara já não aguentava mais a intervenção da mãe do rapaz, que volta e meia falava para o filho que ela não servia para ele. Também já não tinha mais nem pulmão de tanto tossir e espirrar, até que resolveu devolver o animalzinho, mas achou melhor levar direto ao consultório do namorado da sogra, homem sensato.

Sem a presença de Lourdes, Renê parecia ser mais agradável, tanto que a moça pensou: “Como pode um cara tão envolvente, educado, bonito, inteligente e charmoso se interessar por uma mulher como a minha sogra, ele não serve para ela”. A moça lembrou-se das tantas vezes em que Lourdes disse ao filho que ela não era mulher para ele. A frase veio a calhar e a jovem resolveu então acreditar que não era páreo para o filho, mas também que o namorado doutor era muita areia para a coroa. O clima esquentou e os dois se envolveram de tal forma que não dava mais para esconder, até que certo dia Clara viu que realmente não servia para o queridinho da mamãe e o devolveu para seus braços, já que a sogra acabara de levar um fora do cinquentão.