Que belezuras de mensagens!

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A postagem de hoje é só para agradecer a tantas pessoas lindas que têm enviado fotos, depoimentos e comentado sobre o livro. Também a todos que divulgam o nosso trabalho mundo afora! Pois é, tem gente do outro lado do oceano querendo comprar o livro.

Olha que “crítica” deliciosa de ouvir: “Achei as histórias muito boas, mas o final delas poderia ser mais longo, porque algumas nos deixam com o desejo de continuar envolvido no contexto, porém acabam. Poderia inclusive escrever um livro todo para cada ‘causo’. Está de parabéns! Li quase tudo de uma vez só…e olha que não sou de fazer isso” – depoimento do leitor Fabio Bruci Wu, São Paulo (SP)

Tem outras várias mensagens lindas e carinhosas de gente de perto, de longe, homens, mulheres, enfim…

Veja mais alguns comentários:

“Claudia “Pra mim você morreu!”… brincadeirinha, esqueci de te avisar que recebi o livro. Ah e já li também, super descontraído eu e minha esposa adoramos aquela parte que fala… ops querem saber comprem o livro rsrsrs! “ – Daniel Ishizawa, São Caetano do Sul (SP)

“Amei. Já li inteirinho. Super engraçado!!!” – Soraya Paladini, São Bernardo do Campo

“Se contar ninguém acredita, tem que ler! São histórias engraçadas que poderiam até virar um filme de comédia. Se relacionar com as pessoas não é tarefa nada fácil e sim uma arte do viver. Parabéns” – Fernando Souza, São Paulo (SP)

“Amei o livro, parabéns”- Janete Contrera, São Bernardo do Campo (SP)

“Dá vontade de rir só de lembrar. Muito bom. Recomendo” – Márcia Frauches, Rio de Janeiro (RJ)

“Claudia Rato é uma escritora muito bem humorada!!!” – Wladimir Soares – Jornalista, Indaiatuba (SP)

“Super recomendado” – Mateus Rodrigues, São Bernardo do Campo (SP)

“Belezura de literatura. Muito bom” – Celis Cavalcante, Valinhos (SP)

“Muito bom, li o livro inteiro e gostei” – Sérgio Squilanti, Indaiatuba (SP)

“Livro incrível, leitura simples e narrativa cativante” – Angelúcio Piva, São Paulo (SP)

“Gostei muito. Histórias bem divertidas, parabéns, Claudia Rato, espero que não demore para escrever outros” – Marcelo Zerbini, São Paulo (SP)

“Esse livro é maravilhoso. Adorei!” – Gina Gonçalves, São Paulo (SP)

“Livro delicioso” – Claudino Vicente, São Paulo (SP)

“Ri muito com os casos. Recomendo, sensacional” – Fabiana Rato, Indaiatuba (SP)

“Já era tarde da noite. Peguei o livro com a intenção de apenas dar uma olhada (adoro cheiro de livro novo!) e me empolguei. A leitura é agradável e os enredos são envolventes. Já não sei dizer de qual história gostei mais. Achei que era a do “Miro e Derlei” até ler “O fotógrafo tatuado” e a “A prima de Jô”. Mas a preferida foi “Galã do telefone” – Anna Osta – presidente da Academia Saltense de Letras, Salto (SP)

“Adorei! Recomendo a todos” – Ossamá Sato, São Bernardo do Campo (SP)

“Agradeço pelas boas risadas que dei ao ler o livro. Amei. Muito criativo, divertido, hilário! Uma coletânea de contos que jamais pensei que iria ler, pois muitas vezes essas situações acontecem em nossas vidas, mas talvez não teríamos a coragem de ser a protagonista, mesmo às vezes não faltando essa coragem! Ah, se eu tivesse lido esse livro uns 20 anos atrás! Kkk” – Alessandra Maiolo, Orlando (USA)

“Já na primeira história, um festival de pequenas sacanagens. Dei boas gargalhadas com as aventuras de Roberto. Já de cara o livro cumpre o que promete na divulgação. Humor bem legal. Foi caprichado. Vale cada centavo” – Pedro Zeballos – jornalista, Fernandópolis (SP)

“Histórias inusitadas devem ser lidas de maneira inusitada. Nosso livro chegou, lemos todos os contos à luz de velas, pois estávamos sem energia. Divertidíssimo. Indicamos a todos os amigos e amigas. E se estiver pensando em presentear alguém, essa é uma ótima opção” – Cíntia Moreira, São Bernardo do Campo (SP)

“Amei a história do título…recomendo” – Luis Marcelo, São Paulo (SP)

“Assim que recebi já comecei a ler. Achei muito divertidas as histórias. Muito bacana, Parabéns!!!” – Thiago Soares, São Bento do Sul (SC)

Ela sonhou e não queria acordar…

Marina casou. Maria está casada. Marina continua casada. Marina está apenas casada. Marina sonhou. Marina não quis acordar, mas acordou e agora não para de sonhar.

Essa é a história dela, a Marina, que narrou uma verdadeira utopia, traduzida mais ou menos assim…

Sabe quando a gente acorda no meio de um sonho maravilhoso, de quase realização platônica, prestes a explodir, quando o despertador vem e detona com tudo? Pois bem, aconteceu com a Marina. Mas ela não é feito maioria. Ela consegue parar onde o encanto ia começar e tudo volta a acontecer. Foi o que fez.

Desligou-se do tempo, do despertar, fechou os olhos e voltou ao seu sonho, exatamente no momento em que os lábios se tocavam e sua alma estremecia. Mas Marina precisou acordar.

Sabe aquele banho gelado que ninguém consegue tomar no inverno? Marina tomou. Só assim conseguiu esfriar a cabeça, o corpo e o pensamento.

O dia passou e Marina não se concentrava. Ela sabia da quimera ilusão desse aproximar tão distante, mas pensava na máxima  de Cocteau: “não sabendo que era impossível, foi lá e fez”, mesmo sabendo da mínima que o protagonista desse sonho poderia a ela retribuir.

Tudo era muito distante, tudo, mesmo assim, o jovem rapaz não saiu da sua cabeça. Marina tinha a sensação de que ele também sonhara com ela o mesmo sonho, nesse mesmo dia.

Mas Marina escolheu sonhar mais um pouco, e resolveu dormir. O dia amanheceu e, num passe, a magia acabou. Bom pra Marina, que ao menos sonhou!

(Marina não é a Marina, mas sim uma mulher sonhadora que pediu para eu transformar essa sua história  num conto. Espero que ela goste – e você também)

Olha o nosso livro na rádio aí, gente!

Rosinha – Rádio Jornal Indaiatuba
Rosinha – Rádio Jornal Indaiatuba

Imagine um bate papo bem descontraído com uma locutora super simpática e falante, claro. Assim foi a entrevista da radialista Rosinha, do programa Rosa Shock, da Rádio Jornal Indaiatuba com a nossa escritora Claudia Rato – que também fala mais que a boca (risos).

Parecia que ambas estavam na sala de casa, super à vontade, na maior diversão ao comentar sobre os tantos “causos” do livro “Pra mim você morreu!”. Sim, a Rosinha fez a lição de casa e leu com antecedência os contos – e o melhor de tudo: disse que gostou muito das histórias.

A conversa fluiu tão bem que o tempo passou rapidinho. Quer ouvir o que essas duas tanto falaram?

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Ah, se você fosse igual a lua!

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Nunca tinha visto lua tão linda, cheia, redonda e amarela. Descobri que numa época do ano é assim mesmo.

Diante tamanho espetáculo natural, não me contive e clamei a todos para apreciarem  a tal formosura. Eis que uma voz masculina “ruge”: Mas você aprecia a lua todo dia!”, disse o “ser”. “Ela é sempre igual!Por  que você não fala que eu estou bonito todo dia?”, sentenciou o pretensioso.

Concluí que havia certa inveja daquele brilho sedutor . Mulher sente isso por outra fêmea, mas nunca tinha visto esse sentimento homem versus lua.

O mais encantador nisso tudo é que os amigos virtuais, os de longe, muito longe, e os próximos também, aceitaram ao meu clamor e viram a lua linda, em Portugal, em Santos, na Bahia, no Rio Grande do Sul, no ABC Paulista, no interior, na França, na alma…

Os amados poderiam ser feito a lua, lindos, formosos, românticos, encantadores, adorados e, o melhor de tudo, podendo ser vistos de qualquer lugar, mas intocáveis, exceto pela sua amada!

(Foto: De Borges)

Não precisa arrumar marido, só faz o frio ir embora, Santo Antonio!

santoantonio

Até hoje não entendo por que maltratam tanto o coitado do Santo Antonio, como se ele tivesse culpa da solteirice alheia.

Mas, vamos lá, hoje é dia dele e, por incrível que pareça e em pleno século 21, na era da internet, dos sites de relacionamentos, doa zapszaps e tudo mais, ainda tem muita gente opta por acordar cedinho nessa data e, ao invés de contemplar o dia, o sol, o céu, o cachorro, o gato, a vida, enfim, vai direto ao armário tirar o tal santo para iniciar o ritual de afogá-lo na água! Agora me diz, você acha que com essa agressão toda ele vai fazer algum milagre? Claro que não, ao contrário, capaz de jogar uma praga cada vez que isso acontece!

Mas parece que a mulherada ainda leva isso muito a sério! Hoje pela manhã eu vi três simpatias envolvendo Santo Antonio e fiquei imaginando um monte de gente com caneta e papel na mão…uma era para arrumar o namorado, outra pra saber com quem vai se casar e a outra pra segurar o namorado ou marido…

Já que a mulherada têm tanta fé e disposição pra fazer algo em prol de arrumar alguém, achando que vai conseguir desse jeito, bem que elas podiam aproveitar a crença também para pedir para o frio ir embora pra bem longe…Olha, eu confesso que não aguento mais essa temperatura. E esse papo de que ficamos mais lindas e elegantes no inverno é pura mentira. Agora mesmo estou lindamente cheia de blusa, de meia e chinelo no pé. Chique, não? Mas, sem delongas, vamos ao que interessa, eis os tais ritos:

Para arrumar um namorado. Encha um copo americano novo com água, adicione três pitadas de sal e um botão de rosa vermelha. Deixe a flor lá até que murche. Tome um banho com essa água, repetindo treze vezes a seguinte frase: “Santo Antônio, Santo Antônio, mande um Antônio para mim”.

Para descobrir com quem vai se casar. Amarre uma fita vermelha na base de uma vela também de cor vermelha. Acenda-a em frente a uma imagem de Santo Antônio e peça ajuda para ele. Espere a vela queimar até chegar perto da fita. Apague-a, embrulhe o que restou da vela e a fita em um papel vermelho e jogue tudo em água corrente. A partir daí, comece a anotar em um caderno branco os nomes de todos os homens que conhecer até o fim do mês. Quando sonhar com um deles, procure-o imediatamente: ele é o seu amado.

Para segurar o namorado ou marido. Escreva o nome dele na sola do pé esquerdo do sapato que usar. Antes de se deitar, pise com força no chão e repita três vezes, em voz alta, a seguinte frase: “Debaixo do meu pé eu te prendo (diga o nome dele), eu te amarro (de novo o nome dele), eu te mantenho (e, de novo, o nome dele) pelo poder das 13 almas benditas.”

Pra tirar o namorado da outra. Pegue uma pimentinha…Epa, epa, epa, essa só lendo o nosso livro “Pra mim você morreu” pra saber o que Elô, uma de nossas personagens um tanto quanto desajuizada fez em nome do amor – alheio.

Oração de Santo Antônio. “Meu grande amigo Santo Antônio, Tu que és o protetor dos enamorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Fazei que eu seja realista, confiante, digno e alegre. Que eu encontre um amor que me agrade, seja trabalhador, virtuoso e responsável. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com as disposições de quem recebeu de Deus uma vocação sagrada… Que meu amor seja feliz e sem medidas. Que todos os enamorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.”

E se nada resolver, calma menina, tudo tem a sua hora.