Olha que eu não vou citar aqui o nome do sujeito da frase título desse texto, até porque ele deve estar tão chateado, que é capaz de sobrar pra mim, que não tenho nada a ver com essa história. Mas, desculpe, meu senhor, um fato desse não dá pra não noticiar:
Eleições 2016: candidato de cidadezinha de Alagoas se separa da esposa pós-abertura das urnas eletrônicas.
Não sei qual era a pretensão política do rapaz, mas a gente sabe que quem se candidata, até por uma questão de ego, espera um bom resultado numérico e conta com os votos das pessoas mais próximas e de alguns amigos. Claro que sempre vai aparecer um ou outro que vai falar: olha, fulano, votei em você, mesmo sem tê-lo feito, mas, quem vai duvidar? Como saber? Melhor acreditar e pronto.
Pois bem, no caso desse amigo sicrano tem como descobrir, sim. Isso porque, nem ele, tampouco a beltrana, esposa do candidato, votaram realmente no cara – dos votos computados naquela pacata cidade, apenas um era para ele, dele, claro.
Quanto aos amigos, parentes e vizinhos, nada mais poderia ser feito, a não ser se decepcionar com a turma toda. Já em relação à esposa, essa não teve como não sofrer retaliação. Depois de 25 anos de casado, o candidato desfez a tal coligação e mandou a muié simbora.
“Como pode uma mulher se deitar com um homem e não votar nele?”, questionou, inconformado. E olha que a esposa até tentou dizer que aquele único voto era o dela e não dele, mas, cá entre nós, eita desculpinha difícil de engolir, não é?
Pior de tudo é que na mesma rua havia um vizinho candidato e esse computou três votos, daí já dá pra imaginar a piadinha maldosa do povo…
