Sabe qual foi o tempo mais curto da duração de um casamento?

Essa notícia não é recente, aconteceu em fevereiro do ano passado, mas a partir do momento em que tomamos ciência do caso, no caso hoje, seria uma negligência não publicar, porque tem tudo a ver com esse blog.  Entenda o fato, que aconteceu em Kuwait, no Oriente Médio:

Imagine uma cena de casamento, todos lindos e felizes, a noiva sorridente e contente porque está realizando um sonho. O noivo também todo bonitinho frente ao juiz e ambos dizem sim, um para o outro e prometem ser felizes na alegria e na tristeza, na saúde e na doença como manda o protocolo.

Só não sabiam os noivos que a prova dessa promessa começaria naquele momento, numa escadaria próxima.  

Pois bem. Poucos passos dados depois de oficializarem a relação matrimonial, a contar três minutos de vida a dois, a noiva tropeçou em um dos degraus. Até aí, normal, certamente ela estava com um salto além do usual e se atrapalhou na descida.

A questão é que, ao ver a então esposa naquela situação, ao invés de o marido ajudá-la, gritou com ela e ainda a chamou de “estúpida” frente a todos os presentes.

Tamanha estupidez, por parte dele, claro, fez com que a sábia moça voltasse até onde havia acabado de assinar seu casamento, pedindo a anulação do evento.

E assim, segundo o portal Q8 News, o casamento foi cancelado, tornando-se o matrimônio de menor duração do mundo – cento e oitenta segundos, três minutinhos.

Na página do Facebook Fatos Desconhecidos, onde tivemos conhecimento dessa história, muitos seguidores (homens e mulheres) comentaram a atitude da noiva:

“Cortou o mal pela raiz. Ainda bem que deu tempo”

“Provavelmente foi um anjo que a fez tropeçar”

“Quem garante que esse tropeço não foi um aviso de Deus. Foge, minha filha”

“Sorte dela que deu tempo de reverter. Tem gente que passa a vida atrelada a um embuste desse achando que tem conserto. Tipos assim vêm com defeito e não há assistência técnica que dê jeito”

Houve também outros comentários em defesa ao rapaz, mas seria muita estupidez reproduzirmos, não é mesmo?

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